A Prefeitura do Rio de Janeiro irá inaugurar, no dia 7 de março, o monumento em homenagem ao cineasta Cacá Diegues (1940–2025), no Largo da Flora, no Alto da Boa Vista. A iniciativa eterniza a trajetória de um dos maiores nomes do cinema brasileiro, imortal da cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras, um ano após o seu falecimento.
Fundador do Cinema Novo ao lado de nomes como Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni e Joaquim Pedro de Andrade, Cacá Diegues construiu uma filmografia com mais de 20 longas-metragens de projeção internacional, entre eles “Xica da Silva”, “Bye Bye Brasil”, “Quilombo” e “Deus é Brasileiro”.
Segundo a Secretaria de Conservação, a escultura em bronze retrata o artista em tamanho original ao lado de uma cadeira de cineasta. Executada pelo artista Mário Pitanguy, a obra está localizada na Estrada da Gávea Pequena, perto de onde o cineasta morou.
“Uma cidade sem memórias é uma cidade morta. Celebrar Cacá Diegues é preservar a história cultural do Rio e do Brasil”, afirma o secretário de Conservação, Diego Vaz.
Nos últimos quatro anos, foram inauguradas dez estátuas de valor artístico e cultural para cidade, como Aldir Blanc, Herbert de Souza (Betinho), o também cineasta Breno Silveira, Marielle Franco e Zico, além do navegador russo Fabian Gottlieb Thaddeus von Bellingshausen e o poeta do Cazaquistão Abai Qūnanbaiūly. Este ano, estão previstas inaugurações em homenagem a Martinho da Vila e Tata Tancredo.












